Atvos se consolida e entra firme na cogeração
Da Redação, de Brasília (com apoio da Atvos) —
A Atvos divulgou o Relatório Anual da Safra 2023/2024, encerrada em março passado. O documento abrange a atuação da empresa nas dimensões econômico-financeira, ambiental, social e de governança. No período, a Atvos atuou fortemente no campo da energia limpa, através da cogeração de 2.684 GWh de energia elétrica e emissão de mais de 2,4 milhões de Créditos de Descarbonização (CBIOs).
Com mais de 92 mil hectares de plantio, a empresa processou 27,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, um aumento de mais de 23% em relação à safra 2022/2023. A companhia também produziu 581 mil toneladas de açúcar VHP (Very High Polarization).
Entre seus controladores, a Atvos conta com a Mubadala Capital, uma subsidiária de gestão de ativos do gigante Mubadala Investment Company, o fundo soberano de Abu Dhabi, que tem quase US$ 300 bilhões em investimentos. No Brasil, a empresa também controla a Acelen, atual nome da refinaria de Mataripe, na Bahia. O fundo árabe é o sócio de referência da companhia. Em 2023, o Mubadala comprou a fatia de 10% das ações da Atvos que pertenciam à Novonor.
“A safra passada representou um marco da consolidação da Atvos como uma plataforma global de biocombustíveis e uma das líderes da transição energética. Em 2023/2024, também estruturamos nossa área de Novos Negócios para trilharmos uma estratégia focada na expansão do nosso portfólio pautado na economia circular e novas soluções energéticas, ao anunciarmos nosso primeiro projeto de biometano em Mato Grosso do Sul, por exemplo”, afirmou Cristiana Gomes, vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade da empresa.
Principais destaques da Atvos na Safra 2023/2024 (de abril de 2023 a março de 2024):
Recorde de moagem: processamento de 27,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 23% superior à safra anterior e acima da estimativa inicial em 1,5 milhão.
Alta produtividade agrícola: mais de 92 mil hectares plantados, com aumento de 25% no rendimento (78,8 TCH).
Produção robusta: mais de 2 bilhões de litros de etanol e exportação de 581 mil toneladas de açúcar VHP.
Energia limpa: cogeração de 2.684 GWh de energia elétrica e emissão de mais de 2,4 milhões de Créditos de Descarbonização (CBIOs).
Eficiência industrial: melhor desempenho histórico, com 87,4% de eficiência.
Receita líquida: R$ 7,3 bilhões, um aumento de 5% em relação à safra 2022/2023.
Ebitda: crescimento de 3%, atingindo R$ 3,12 bilhões.
Geração de caixa: expansão de 42%, totalizando R$ 1,19 bilhão.
Segundo a empresa, todos esses resultados impactaram positivamente as comunidades onde ela está presente, indo além do aspecto econômico-financeiro. Na esfera social, milhares de empregos diretos e indiretos foram gerados e mantidos, transformando a realidade socioeconômica de mais de 10 mil famílias e de comunidades em 23 municípios brasileiros em Goiás, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Por meio do Movimento Comunidade, parte do programa Mova, a companhia está progredindo em relação à diversidade ao criar oportunidades para a inserção de mulheres nas operações e cargos de liderança. No ano-safra de 2023/2024, por exemplo, houve aumento de 15% para 20% no número de mulheres no cargo de supervisão e, em relação aos cursos gratuitos profissionalizantes, a empresa formou 1.144 pessoas no período, das quais 57% são mulheres.
“Todos esses progressos nas mais diversas áreas do nosso negócio, refletem o compromisso que temos com a eficiência e a sustentabilidade a partir da inovação tecnológica, capacitação de pessoas e gestão de recursos. São resultados que evidenciam todo o potencial do etanol na descarbonização, e reforçam ainda mais nossa capacidade de liderar no setor de biocombustíveis”, garantiu a VP Cristiana Gomes.